domingo, 30 de setembro de 2007

De volta à rotina...


No fim das férias apetece sempre voltar atrás, repetir cada bom momento, cada reencontro, cada abraço, cada viagem, cada descoberta, enfim… apetece acreditar que “recordar é viver”...por isso, hoje decidi parar para organizar a confusão de vídeos, recordações e fotografias destas férias… acreditem, paro a cada uma ...e são tantas, tantas… Lembro-me tão bem daquele flash, de estar naquele sítio, com aquelas pessoas... fecho os olhos e parece que revivo cada momento ao pormenor, sim…como se estivesse ali, a sorrir para a máquina fotográfica naquele instante. Como soube bem rever familiares e amigos que não via desde as últimas férias grandes… como soube bem sentir aquele conforto e deixar que um sorriso enorme e incontrolável falasse, como soube bem aliviar as saudades que um ano de distância trouxe, sentir aquela lágrima cair no ombro e deixar escapar outra no meio de um abraço apertado… e como custou aquele “adeus”, aquele sufoco apertado e aquele abraço sentido, como custou deixar cada sítio visitado pra trás e a pouco e pouco ver o tempo escapar... enfim, como custou voltar à velha rotina...!


] Dany

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

For you... my beloved one




Ha musicas que nos tocam, musicas com letras perfeitinhas, sons que nos arrancam sorrisos, nos aconchegam, nos acalmam... e ha pessoas que vem tornar essas musicas ainda mais especiais. Hoje decidi deixar um desses sons em post… porque sempre gostei, porque agora gosto ainda mais, porque traz ja tantos bons momentos a memoria, por ser tao perfeitinho, por ser nosso e porque te adoro…

Your eyes shine through me,
You are so divine to me

For you, my beloved one…

] Dany

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

AVANTE, não há festa como esta =)

As saudades dos tempos da road trip eram mais que muitas.
Como soube bem sentir de novo as nossas vibes, viver o nosso espírito e fechar as férias com a carvalhesa na cabeça. Ai a carvalhesa...

”OLHA, VAI DAR A CARVALHESA, BORA, COOOORRRREEE”

...aquele som que nos faz correr para o meio da multidão a uma velocidade única, tal é o entusiasmo... Chegar lá, sentir a euforia, vibrar com o fogo de artificio e dançar naquele jeito que só quem sente sabe. Como soube bem no primeiro dia, depois de ver o nascer do sol, lembrar as noites passadas no carro, acordar uma hora depois a transpirar por todos os lados, ir tomar o pequeno almoço naquele spot só nosso e então domir até às duas da tarde numa cama decente. Ai se aquela casa falasse... =) como souberam bem todos os momentos de puro anhanço em spots privilegiados do recinto, as nossas conversas, as gargalhadas, os atrofios. Como soube bem aldrabar tudo o que tínhamos planeado. Como soube bem acordar no domingo com o membro da crew que faltava a dar-me os "bons dias"... só chegaste no último dia mas valeu por tantos Bri, (“e o facto é que eu vi-te primeiro” ...private joke =) Aquele último dia... descobrimos que temos jeito pra regatear e a darbuca já é MIIINHAA =) aquela tentativa de batuquinho improvisada foi mais que perfeita... descoordenada, completamente avacalhada mas (desculpem-me os comunas), durante o discurso do comício vale tudo. O melhor? O melhor estava pra vir. Blasted, a autêntica “p*ta da loucura” ... com moshs, empurrões, pisadelas, tudo a que tinhamos direito... e no fim, a derradeira, a perfeita, a última carvalhesa a fechar. Dói tanto este aperto cá dentro por ter de esperar um ano pra reviver o feeling... se há batuquinhos com uma magia especial a carvalhesa é sem dúvida um desses. Tutururututu tututururututu... para o ano há mais. Por agora? a saudade e o que restou dos atrofios estúpidos, avacalhados mas perfeitinhos que marcam a diferença e nos arrancam tantas gargalhadas...ahh aquelas expressões =)




Carvalhesa, AVANTE2007, aí está.
E saber que algures entre a multidão estávamos nós a dançar como se não houvesse amanha... aquele aperto, aquela lágrima, aquela saudade. Lembro-me tão bem. Só quem já dançou uma carvalhesa entre a multidão e sob o fogo de artifício é que sabe. Aquela força, aquela união e aquele feeling são únicos, contagiantes e indescritíveis. Poucos são os momentos de tão pura euforia... só quem lá está sente, só quem já sentiu percebe a vontade mais que muita de voltar. Saudade...tanta!

“não há festa como esta”

] Dany

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Boa Sorte/Good Luck (Vanessa da Mata feat Ben Harper)



O espírito "Paz e Amor" dos sons do Ben Harper contagiou-me desde a primeira vez que os ouvi. Tenho as minhas preferências obviamente mas consigo tirar de cada uma das músicas um sentido especial e uma razão para as ouvir vezes sem conta sem me cansar. Quando as boas vibes se esvaem, há sempre um som com uma letra perfeitinha que mas devolve. Quando por qualquer motivo me sinto mais feliz que o normal...há sempre outro que parece que sorri comigo. Em Maio surgiu um dueto do Ben com a Vanessa da Mata, duas vozes perfeitas. Confesso que ainda só tinha ouvido de relance, mal deu pra sentir a música. Ouvi ontem com calma e... está tão perfeito, aconchega. O ritmo faz mexer o corpo, a letra faz mexer a alma! Digno de um post =)

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Lisboa-Tunes-Portimão...


Quem me dera poder fazer chegar este texto a quem se destina.

Acabada de chegar da road trip, pouco passava das onze da manha. Os pais já estavam no Algarve há uns dias e tinha prometido ir ter com eles logo que voltasse. Na azáfama da viagem nem me lembrei de comprar o bilhete com antecedência. Arrumo umas coisinhas, tomo um banho demorado e como qualquer coisa. Nem me apetece fazer almoço…sinto aquele aperto cá dentro por ter chegado ao fim dos catorze dias mais ansiados do ano. Sem tempo pra demoras,
preparo tudo e cravo uma boleia até à estação de comboios do Oriente.

BILHETES ESGOTADOS para o comboio que queria, resta-me ficar duas horas à seca e seguir no das 19.20. Valeu-me o pc que durante algum tempo ainda captou rede e deu pra teclar uma beca. Entretanto ponho-me a olhar para o bilhete… já me tinha esquecido que tinha de fazer escala em Tunes, logo eu que nunca andei de comboio pra tão longe e que não faço ideia de nada. Pra piorar apercebo-me que exagerei na carga. A mala de viagem estava pesadíssima, mais o pc, a eastpak às costas e a mala onde levo os telemóveis, a carteira e o mp3. São quatro horas de viagem, chego lá por volta das 23.30, é o previsto. Puro tédio, pensei eu!

Quem me dera poder agradecer ao senhor simpático e culto que tagarelou comigo no comboio inter-cidades… não imaginam o tanto que aprendi naquelas duas horas de viagem…
...e ao casal rastafa que me ofereceu bolachas de chocolate e a todo o pessoal que me foi ajudando a carregar com a mala… tinha sido impossível descer as escadas do comboio em Tunes e subir para o outro a carregar tudo sozinha.
Por fim, restava-me agradecer às senhoras velhotas do último troço da minha jornada, no comboio inter-regional, que passaram metade da viagem a investigar o meu piercing com desdém e a outra metade a discutir a saga do filho mais velho da dona Graciete que saiu de casa pra ir viver com a namorada sem sequer casar, “nem plo civil, é uma vergonha”… sim, descobri que uma viagem num comboio regional é melhor que qualquer novela da TVI, ouve-se de tudo, sabe-se de tudo.
Talvez devesse agradecer também ao homem sisudo que me respondeu mal antes de entrar no comboio. Ao invés de estar calada decidi responder no mesmo jeito e retribuir a falta de simpatia... só então reparei na identificação: "revisor". Uns minutos depois, ali estava aquela personagem irritante a pedir-me o bilhete com ar de convencido … enfim, apesar de tudo não implicou com o meu bilhete super amachucado que desfiz à pressa depois de ter dobrado em cinco ou seis vezes…foi o entretém do início da viagem, lá me lembrei eu que ainda não tinha passado plo pica e pior ...que pudesse ser o troglodita antipático.

] Dany

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Silêncio falante...

São onze da noite, a praia está vazia e não há um único foco de luz além dos barcos perdidos e das estrelas, hoje mais que muitas. Não corre uma brisa e o ar está quente mas consigo sentir a maresia na pele a cada rebentação. Disperso, ecoa um silêncio falante…sim, o silêncio das estrelas que há bem pouco tempo aprendi a ouvir. Deixo-me percorrer pela paz que me transmitem, como se só existisse eu e o pouco que os meus olhos alcançam entre a escuridão... como se cada ponto de luz no céu me sussurrasse baixinho, me entendesse, me falasse. Sozinha no meio do imenso areal… só o barulho das ondas e a luz das estrelas. Lá longe ainda ouço alguém falar depressa. Ecoa pela praia vindo não sei de onde, cada vez mais abafado… até que se perde. Deito-me no areal húmido e sinto o frio trilhar-me o corpo e manter-me acordada. Sem dar conta, estou a respirar ao compasso do barulho das ondas, como se me confundisse com aquele lugar perfeito. Respiro fundo umas quantas vezes. Tento varrer de mim as memórias. Não quero pensar em nada… mas é inevitável. Enterro as mãos na areia, tacteio-a e deixo-a escapar-se de mim por entre os dedos como se fosse o passado, grão a grão, memória a memória. A comparação é absurda e disparatada mas traz-me algum consolo e surge como refúgio perfeito. Concentro-me e deixo-a tomar ainda mais sentido, mais seriedade. De repente, num gesto seco, fecho a mão. Com o punho cerrado consigo sentir as unhas cravarem-se na pele, cada vez com mais força. Deixo vir à memória todas as recordações, tudo o que quero deixar para trás, de vez. Fico alguns segundos a reflectir e então, devagar, vou aliviando os dedos e deixando escapar a areia, lentamente. Deixo-a levar de mim todas as memórias, tudo o que pertence ao passado… deixo-a levar-te de mim. Levanto-me devagar, tenho o corpo entorpecido e a areia a escorrer pelas costas. Está agora um vento fresco e agressivo… o frio da areia húmida era bem mais confortável. Sustenho a respiração por uns segundos. Sinto-me estranha! Apesar de toda a areia ainda colada ao meu corpo sinto-me mais leve, muito mais. Fito o céu num último relance de olhar e, de repente, vejo uma estrela cadente, como se fosse a ultima réstia de memória a esvair-se. Foi assim que a senti, foi assim que me falou… foi assim que quis que me falasse, foi assim que levou de mim o resto do que era teu, para sempre! Solto um sorriso incontrolável, em jeito de grito de independência. Sinto agora o vento enérgico chicotear a areia contra a minha pele, cada vez com mais força e fecho os olhos de repente… a frase que um dia alguém me segredou ainda soou baixinho na minha cabeça “Lembra-te, o destino é imutável, não tentes fugir dele”. Sabes que mais? Eu não acredito no destino, acredito no amor…

] Dany

domingo, 19 de agosto de 2007

Just... perfect ! =)


Inesquecíveis, irrepetíveis, perfeitos... 14 dias, 2000 km, tantas estradas perdidas, alguns azares, uma imensidão de sorrisos, algumas horas de sono, muitas horas de diversão, 4 depósitos de gasóleo, umas quantas latas de atum, outras tantas de salsichas, milho, ervilhas e cogumelos, 4 estrelas cadentes, 3 cassetes de vídeo, alguns escaldões, umas poucas (mas irritantes) picadas de insectos, tantas loucuras, milhões de bons momentos, 4 pulseiras, 4 grandes amigas e agora.... uma lágrima no canto do olho! A dor de barriga das tantas vezes que nos rimos descontroladamente é agora um aperto bem diferente… saudades, tantas… Sinto falta do pó do sudoeste, de adormecer com os sons da tenda electrónica, dos banhos de água gelada rodeada de uma multidão enérgica, dos anhanços ao relento, dos jantares improvisados, da noite a bater panelas como se fossem jambés, dos momentos de Freestyle, dos batuquinhos, das danças, de todos os concertos, de todas as fotos… falta de lavar os dentes enquanto tomava banho e do êxtase que foi ir a uma casa de banho decente nos cafés da Zambujeira. Saudades das tantas vezes que passamos pelas “Operações Stop” como se fossemos fugitivas e de suspirar de alívio quando não nos mandavam parar. Falta do trabalho de equipa que era rodar o volante da nossa carripana quando estacionávamos, falta de todas as tangentes que fizemos, de todas as buzinadelas ao pessoal que passava, ao ti Manel e à ti Maria, falta de todos os atolanços e da festança que era quando nos safávamos, falta da rave nocturna na carripana numa ruela perdida de Lagos, da musiquinha pimba das viagens, da musiquinha melancólica, das cantadorias em êxtase, falta dos desenrascanços …falta da lanterna psicadélica a substituir os médios da carrinha quando decidiram falhar de noite…falta de tudo. Falta daquele banho de mar às 9.30 da noite e do jantar na street… como soube bem instalarmo-nos em frente ao hotel 5 estrelas de Albufeira, pôr o camping gás no meio do passeio, rádio a bombar com os nossos sons, roupa estendida pelo muro da rua, “É tudo nosso” …foi a primeira noite passada na carrinha. Ainda me lembro dos olhares estranhos, de acordar com o sol a acariciar-me a cara, com a perna entalada no volante, o pé dormente e apesar de tudo, um sorriso enorme… ! Assim foram algumas alvoradas em spots perdidos deste Portugal onde um lugar para estacionar a carripana era tudo o que restava. Lembro-me de quando conseguimos a primeira casa… em Lagos. Como soube bem a água quente percorrer-me o corpo, tomar um banho decente e poder secar o cabelo …foi como regressar ao mundo moderno vindas sei lá de onde…! Saudades… tantas. Cineminha, disconights, cafezinhos, anhanços, festinhas pimba do Norte, bailaricos, as aventuras no McDrive, o geladinho haagen-dazs, a autêntica perseguição da SIC… tantos bons momentos, incontáveis… e a certeza de que muito ficou por explorar, muitos caminhos por trilhar, muitas aventuras por arriscar. Viagem perfeitinha… a primeira de muitas, com novos spots, no espírito de sempre! Road Trip 2007 ABCD cru, cozido, assado, frito (com aquele sotaque mesquinho) é o grito de honra, our code…só pra entendedores =)

] Dany

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

FÉRIAS! [ Road Trip! ]













A contagem decrescente começou nos sessenta dias, a ideia… surgiu muito antes disso, muito mesmo… mas parece que foi ontem, passou a correr e afinal, é já amanhã! Há alturas na vida em que apetece sair daqui, deixar tudo pra trás, viajar…mesmo que sem destino, o que interessa é mesmo bazar! Amigos, boas vibes, muuuuita vontade de viver a vida…e está tudo Checked! Tá done! Road Trip…here we go! Quinze dias… quinze dias fora de tudo, longe, num “espírito diferente” dominado pelas boas vibes, sem preocupações, sem justificações, sem sermões… quinze dias fora daqui, fora de mim… longe! O marco…é o amanhã!!! Amanhã partimos daqui e a expressão de honra é mesmo…NO RULES! Dormir, curtir à grande, festivais, noitadas, explorar novos spots, surfar “novas” waves, conhecer people, vaguear por aí na bela da carrinha…quase hippie (quaaase =P , correr o país de lés-a-lés sem obrigações, na descontra…e venham os vipes! o espírito nas boas viiiiibes…, música, muita música, free mind e amizade, mesmo muita…e da boa =) here we go…the perfect trip, no doubt! NO SENSE, NO RULES! Assim me despeço… até qualquer dia =P ...Dany

terça-feira, 31 de julho de 2007

Talvez hoje... até nunca mais!

Puto,
podes parar um bocado?
Já tenho um arrepio no corpo
e o cérebro stressado
Inda te tento entender e perceber a jogada
Baralhas-me sempre à grande
e fico toda trocada
Não me olhes assim boy!
Não me abraces desse jeito!
Deixas-me sempre com a sensação que és o puto perfeito
E demoro sempre umas horas a reorganizar a mente
Que merda de sensação, este feeling diferente
Mas tá-se bem, o cérebro já está atinado
Volta a invadir-me esta certeza que te prende no passado
Volto a conseguir olhar-te sem o corpo estremecer
E a despedir-me de ti sem medo de te perder
Volto a acreditar que pr’a próxima a cena não se repete
E que foi a ultima vez que me desatinaste a tête
Não percebo!
Pra ser sincera, não percebo!
esta sensação brutal que me invade e incendeia
e que se esvai num ápice e me solta a mente cheia
Não percebo!
este querer-te sem te amar
ou amar-te sem te querer por já não acreditar
e não percebo
esta certeza de te querer a ti
e ao mesmo tempo a vontade de dizer que te perdi
este arrepio quando me abraças nesse jeito só teu
sentir-te e num segundo lembrar tudo o que aconteceu
consegues explicar-me?
Porque é que ainda mexes comigo?
Se tenho em mim esta certeza de já não querer estar contigo?
Consegues?
Vá lá! Tenta-me explicar?
Porque é que já não temos nada a ver e eu não deixo de te amar?
Se calhar temos, e isto é tudo ilusão
E vontade de me enganar pra aguentar a pressão
Não me perguntes boy, que não te sei responder
Só sei que é cada vez maior este medo de te ver
E sei que não passas de um puto estranho armado em puto confuso
E que na tua confusão me deixas em parafuso!
Mas talvez um dia…
Talvez um dia pare pra entender
E perceba que a solução é mesmo não te voltar a ver!
Talvez um dia...
Talvez um dia me despeça
E decida partir daqui pra te tirar de vez da cabeça…
Believe in me boy !
Talvez um dia não te avise e me despeça,
pra sempre…
com olhos no futuro e a viver só o presente
Acredita em mim !
Isto já há muito que pede um fim
E já percebeste boy, não aguento mais estar assim!
Talvez um dia te olhe em jeito de ultima vez
e sem saberes o que se passa nem te dou espaço pra “porquês”
Talvez um dia boy,
Te lembre e seja “até nunca mais…”
Talvez…
Talvez hoje ma puto!
Talvez hoje…

] Dany

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Só se sente...










Este flow é pra vocês
Friends recentes e os de sempre
E é pa toda aquela gente que me faz sentir diferente
Tipo tributo, sente
Que é mesmo um flow sincero
E é pra todo aquele people de quem eu sei sempre o que espero
É pró people das noitadas
As melhores
Os mÁiores!
O people do avacalhanço
Que nos faz sentir superiores
E é pra todos aqueles
Que estão lá quando fazem falta
Este flow é pra vocês, é pra toda a minha malta
Nem vou debitar nomes
Vocês sabem bem quem são
É pra ti que estás lá sempre para me estenderes a mão
E eu estou lá pra vocês
Tu sabes bem...
Tas aí pra mim, eu estou aqui pra ti também
Este feeling só nosso, reunidos, unidos
Quando a cena é assim nunca nos sentimos perdidos
Ahhh ma friends
Por mais flow que me ponha a debitar
Todo o rimar é pouco pró tanto que tenho a declarar
Prefiro mostrar-vos
Em tudo aquilo que sou
Que o tanto que vos devo
É muito mais que este flow…
Mas fica!
que assim dá gozo rimar
lembrar tantos bons momentos põe-me a tête a flutuar
boas vibes a fluir
convosco é sempre a rir
é o feeling diferente e eu já tou a sentir
poder rimar sem pensar
chorar, desabafar…
ouvir e abraçar quando não há nada pra falar…
tu sabes bem no que penso
não se explica, só se sente
por mais que tente…
só se sente people!
só se sente…

…e é o feeling da minha gente!


] Dany

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Peace & Love


Sinto o sangue a fervilhar
a paciência está-se a esgotar
Pra esta gente irritante
que nasceu pra me chatear
Vontade de os calar!
Vontade de me revoltar!
Esse people com a mania
Põe-me o juízo a dropinar
Calem-se pah
Se a vida não vos corre bem
A minha é pesada também
E a vocação pra aturar putos
Nunca fez parte dos meus atributos!

Eu nem percebo, juro…
Vocês até me conhecem
Sabem bem que vos devolvo sempre a atitude que merecem
Se me respeitas na cara e me lixas à revelia
Tás lixado comigo que eu não curto hipocrisia
E o meu passatempo preferido…
… é tirar-vos a mania!
Tu que empinas o nariz e olhas os outros de cima
O que te falta de humildade tens a mais em auto estima!
Vá lá, pés na terra
Que aqui toda a gente erra
E eu respeito toda a gente
Sou o que te mostro pla frente!

Se não te curto não te curto
não esperes que o esconda
o mundo da representação
nunca foi a minha onda!

Toma lá,
sente bem o que te digo
Pra evitar cenas maradas quando voltar a estar contigo
Olha-me nos olhos quando me falas
e quando eu falo vê se te calas
Aqui ninguém é superior
e vive-se o espírito da “PAZ E AMOR”
] Dany

terça-feira, 17 de julho de 2007

Saudades...


Saudades saudades de tanta coisa, tanta…! Saudades de todos aqueles momentos que ficaram no passado, de todas aquelas pessoas que o tempo e a distância levou, saudades do que fui um dia, saudades de tanta gente, de tanta coisa…! Saudade é aquele sentimento místico que nunca consegui decifrar. Pensar no passado, querer voltar a tantos bons momentos e não poder… dói, mas é uma dor tão diferente, tão …mística! O corpo percorrido por um arrepio, o pulso apressado, uma ou outra lágrima que insiste em tactear a cara…sim é uma dor, mas se dói não poder voltar a um passado feliz, conforta saber que um dia foi nosso, só nosso, …que um dia estivemos naquele sítio, vivemos aqueles momentos, que um dia acreditamos nisto e naquilo, que um dia conhecemos aquela pessoa, que um dia fomos diferentes, …saudades! Sei lá…poder voltar a ser criança e ter como única preocupação portar-me bem à espera que um gordo de barbas brancas me recompensasse no Natal, era tudo tão mais fácil, tão …simples! Saudades… das primeiras noitadas, de delirar com aqueles house quando ainda não havia MTV, saudades das jantaradas, de demorar horas pra ir para a praia de transportes, saudades de fazer colecção de cromos e das cadernetas que nunca acabei, saudades de acreditar que um dia ía ser famosa e de querer aparecer na televisão, saudades das primeiras rebeldias, das primeiras paixões, das primeiras loucuras, saudades das cartas de amor quando ainda não havia telemóveis e de passar papelinhos no meio das aulas, saudades até de ser apanhada, saudades de ficar de castigo no intervalo e de saltar pla janela à revelia, saudades do bom que era ouvir aquele som estridente da campainha da escola, saudades das primeiras férias passadas com o pessoal, saudades de me esconder debaixo da mesa pra poder falar horas ao telefone quando ainda não havia MSN e do entusiasmo quando a moda da Internet pegou. Saudades de apanhar ondas com a velha prancha da feirinha da praia, saudades das férias no Algarve, saudades dos primeiros concertos, dos primeiros ídolos, saudades de dançar como se não houvesse amanhã, de sonhar…sonhar tanto e de acreditar naqueles planos utópicos, saudades de todo aquele pessoal que não vejo há anos e com quem passei tantos bons momentos, aqueles que um dia me escreveram na velhinha capa de EVT que servia sempre para as dedicatórias de fim de ano… “amigos forever” …a velha frase a que o tempo e a distância vai levando o sentido… como era bom se a era dos telemóveis e do MSN viesse desde essa altura… saudades de tanta coisa! Saudades das disconights improvisadas na garagem, dos pic-nics, das trocas de prendas no natal, ai…saudades de acreditar no pai natal e de passar a noite da consoada em cima de uma cadeira a espreitar pla porta à espera de ver a personagem de tantas das histórias que preencheram a minha infância… saudades dos calendários de chocolate de Natal, de aldrabar tudo e chegar ao dia vinte e cinco a meio de Dezembro…ou antes até =P Saudades de vender livros velhos e peluches no jardim e acreditar que ía ser rica, saudades de passar tardes inteiras viciadíssima em jogos de consola até ficar com calos nos dedos, saudades dos jogos do galo no meio de aulas secantes e de quando nos escondíamos na casa de banho pra fugir das aulas extra de música, saudades dos ensaios para as festinhas de natal e do frenesim que era quando entravamos em palco e o estômago era invadido por borboletas inquietas, saudades de tantas noitadas, de tantas conversas, de tantos segredos confiados e que ainda hoje guardo, saudades daquele refúgio secreto e de chorar quando chegavam as férias por ficar três meses sem ver os amigos da escola, ai…saudades de ter três meses de férias =) … saudades de tanta coisa, lá no fundo… saudades de não saber metade do que sei e de acreditar em tanto, tanto…
] Dany

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Aquelas nights...


Mais uma noite
E tou com o spirit em alta
Hoje que se lixe tudo
Que eu vou estar com a minha malta
E vamos dançar, vamos falar
O que nos der na real gana
Apanhar uma ganda bezana
E ir poh bairro dar cana
Pode ser!
Hoje é mesmo pró destresse
Que a semana foi dura e a malta já merece
Ma crew, levem-me daqui
Preciso mesmo de uma noitada
A noite está mais que perfeita e a malta já está animada
So comm’on ppl
Here we go
No caminho dá sempre pra improvisar um ganda flow
E a malta diverte-se que é sempre o que se quer
Hoje é poh desatino e junte-se quem quiser
So comm´on ppl, i wanna dance dance dance!
Boas vibes em alta que hoje é até o sol nascer
O chill out domina e não há tempo a perder
So comm’ on, let’s go ppl
Let´s goooo!


] Dany

sábado, 7 de julho de 2007

Saudades de ser inocente...

Às vezes a vida ensina-nos. Mexe cá dentro, roça as veias e fere tanto..., tanto… Se dói? ahhh se dói! Colapsa-me os pulmões, arrepia-me a pele e quase arranca de mim o resto das boas energias que ainda agarro com força. Às vezes há dias em que aprendemos mais que numa vida inteira. Às vezes há pessoas que nos ensinam mais que todos os livros…de todos os sábios. Contigo aprendi..., aprendi muito. Aprendi a amar, amar a sério, aprendi a sentir o que é fazer girar o mundo à volta de uma pessoa… concentrar nela a razão de cada gesto, a decisão de cada passo, o fundamento de cada escolha. Contigo senti-me completa, aprendi o que é não precisar de mais nada, ser feliz com um sorriso, concentrar a frenesim da vida na dinâmica do amor e observar os pequenos gestos, senti-los! Contigo aprendi o quanto doem as despedidas, o que é sorrir sem querer por ver o outro feliz, aprendi o que é revermo-nos em quem amamos como se com esses partilhássemos um pouco do que somos, como se neles houvesse um pouco de nós. Contigo… contigo aprendi o que é acreditar no “pra sempre” das coisas. Para sempre sim… um dia acreditei que eras TU, que o “NÓS” era pra sempre e que nada mudaria o que nos unia, nem o tempo, nem a distância, nem tudo o que mudamos desde então… juro-te que acreditei ! Mas foi contigo que aprendi que o “pra sempre”, afinal, não caminha de mãos dadas com a certeza …aprendi a não ter certezas, de nada, em nada. Porque Um dia… um dia, há não muito tempo, o arrepio quando te falava, quando te abraçava, quando te sentia… deixou de me percorrer; a cumplicidade das nossas trocas de olhares, de todas as tantas conversas em silêncio, a magia dos nossos momentos … esvaiu-se no tempo; a confiança em ti, o amor por ti, o pedaço de mim que era teu… tudo tão distante de mim, tudo tão sem sentido, tudo tão diferente do que foi um dia… lá longe no nosso passado, quando me senti tua, quando te senti meu.
Ahhh às vezes… às vezes a vida ensina-nos da maneira mais cruel e ainda hoje quando te lembro, naqueles instantes perdidos em que o rádio toca as nossas músicas ou simplesmente páro e a lembrança te traz até mim… ainda dói, cá dentro, cá no fundinho, sinto o peito apertado, o sangue apressado, o ar aprisionado… e sinto saudade, saudade dos tempos em que tudo era perfeito, saudades dos tempos em que não sabia metade do que sei. A ignorância trai e corrói mas dava tudo por saber voltar a acreditar como um dia acreditei em nós, saber voltar a sentir o “pra sempre” das coisas, voltar a confiar… render-me à ignorância, seja! Não me importa! Roubaste tanto de mim, mudaste-me tanto… nunca mais aquela paz cá dentro, o sentir-me completa, o acreditar em pleno, o querer acreditar, o saber amar sem desconfiar…nunca mais! Feriste-me, tatuaste-me …cravaste-me na alma uma marca eterna que revejo a cada recomeço, como a voz de uma consciência…leva-a de mim, agora…leva-a de mim, leva-te de mim e deixa-me viver sem a sombra do passado !
Hoje olho-te e sinto um vazio. Falta a vontade de querer estar contigo, a vontade de te falar, a vontade de te sentir. Hoje não me revejo em ti nem te espero como dantes mas lembro ainda um passado recente, um passado feliz… e num esforço árduo por apagar o menos bom do que foi nosso, dilaceram-me as saudades. Sim, saudades… não de ti ! Do passado de ti e do passado de mim…saudades da minha ignorância perdida, saudades de ser inocente…


] Dany

"O amor é eterno enquanto dura"

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Pay Time! Are you ready?

Fazes-me rir
Nesse joguinho de puto
E nesses ataques enraivecidos
Que eu já nem sequer refuto
É game que queres?
Podias ter avisado
Um game aberto sabe sempre melhor
Que esse ensaio improvisado.
E não me atinges boy
Devias ter percebido
E parado pra pensar antes de quereres jogar comigo.
Não é com games puto
Nem com vinganças dessas
É a falar que te entendo, é a falar que te expressas!
Tu conheces-me!
Não há bocas indirectas
Xuta o que tens a dizer e deixa-te dessas tretas
Tenho pena de ti boy
Juro-te
Continuas o puto de sempre
Com o vício de fugir e não encarar as cenas de frente
E eu estou farta!
Farta de ainda acreditar
Que um dia hás-de crescer e pôr a tête a funcionar
Farta!
Farta de te dar ouvidos
E de me meteres sempre no meio desses teus jogos fodidos
But you should know me baby
O teu tempo de antena acabou!

Podes parar pra assistir que é a minha vez de actuar
Eu não curto fechar jogos sem primeiro contra atacar!
Tu sabes,
Tu pediste!

So, wazzup?
Wanna know!?
Pay time baby, Pay Time!

Are you ready? ;]


] Dany

domingo, 1 de julho de 2007

PARABÉNS RAQUEL =)


Promessas são promessas e este post tinha de vir pr' aqui hoje =) Dedicadíssimo a uma graaaande amiga, daquelas do coração mesmo, que hoje passa a meta dos 20... PARABEEEENS RAQUEL ...21 ahhhh até dói =) Se há amizades perfeitinhas a nossa é exemplo disso. Não precisamos de revistas cor de rosa, muito menos de telenovelas que os relatos de café das nossas vidinhas são muito melhor que tudo isso =) ...como alguem diria, têm mais episódios que a floribella =P por todos os desabafos, por todos os momentos em que estiveste lá pra mim, por toda a confiança nos momentos em que estou lá pra ti, por todos os sorrisos, por todos os bons momentos e pelos maus que se tornam menos maus quando falamos e tudo acaba numa gargalhada ...enfim, pela perfeição que marca a nossa amizade! Nós conhecemos os cafés todos, nós estamos constantemente a fazer figurinhas, nós atrofiamos e..."o resto que se lixe", nós temos expressões originais só nossas...pah, somos [fantásticas] (com aquele sotaque à VIP) ou se preferires, "xuxus" (com o outro sotaque estranho) =) por tudo, toma lá este post inteiramente dedicado com muuuuuuito carinho (brrr lamexice c 'est vrai) =) eu juro que estive pra improvisar outro post mas depois da noitada de ontem ainda nao estou a 100% , soninho e tal... =P portanto o post nao é novidade mas agora é público... tem outro feeling! =D Toma lá:


Tu sabes tudo aquilo que posso escrever
Sabes tudo o que és pra mim não preciso de o dizer
A amizade sente-se, vem cá de dentro
Cá do fundo do peito, do fundo do pensamento
E tu tas cá!
Num lugarzinho só teu
Desde o dia em que a nossa amizade aconteceu

São grandes todos os nossos momentos
Mesmo aqueles que passamos a matutar nos desalentos
desta vida perdida
tantas vezes lixada
quando há amizades como a nossa
qualquer cena é ultrapassada…

…ou mais fácil, plo menos
Que a amizade...
é do mais importante que temos!

Quando lá fora o mundo cai
e quando tudo se esvai
eu estou aqui e estou contigo
porque a tua dor está comigo!

mas caga nisso
a onda agora não é essa
é esquecer o passado, é esquecer tudo depressa
porque o passado marca mas a vida segue em frente
esquece o que ficou pra trás que o que interessa é o presente!

Vamos sorrir
Vamos dançar
Vamos cantar
Vamos beber pra esquecer se assim tiver que ser!

Que a cena é mesmo assim
Há que ganhar e perder
É boa vibe até ao fim
Deixar a vida acontecer! =)


] Dany

quinta-feira, 28 de junho de 2007

...NO LABELS!





Não me rotules!
Desconheces tanto do que sou
E não imaginas em tão pouco tempo
O tanto que em mim mudou

A vida passa por mim
E eu não sigo indiferente
Reinvento o presente
Solto a revolta na mente

Não me apontes o dedo,
não sou uma cena estática!
Sou muito mais que o concreto da tua mente matemática
E sou muito mais que tudo
o que o que possas pensar sobre mim
Deixa-te de jogos de rótulos
que eu não funciono assim!

Eu sou o que fui, o que sou e o que um dia hei-de ser
Eu sou tudo o que ninguém há-de conseguir perceber
Se para quem me sabe respeitar
devolvo admiração
Pra quem vive pra me atraiçoar
Viro as costas sem perdão

Sê autêntico e afirma-te !
Não importa se dás nas vistas
Orgulho é seres como és
E não o que lês nas revistas!

Triste o que parece perfeito
por jogo de imitação
A cada palavra que fala,
...pura desconexão!
Tipo um corpo que escapa
a uma alma em condenação!

] Dany